First International Conference of Young Urban Researchers (FICYUrb)
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Leonardo de Melo

Exigência à Emancipação da Dissonância e suas ressonâncias na expropriação das aparências pela Indústria Cultural: da precariedade cultural na supressão do múltiplo pela razão.

Leonardo de Melo
emancipationem

     Full text: HTML
     Last modified: June 12, 2007
     Presentation date: 06/11/2007 4:30 PM in ISCTE-II B202
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Abstract
Este projeto discurrere algumas das implicações psico-sociais observáveis na demanda expressa por agentes, operadores da transmutação (transformação mútua sujeito / matéria / interlocutor) pela linguagem (ou composição de instalações em performance de trabalho) dos espaços urbanos de convívio, no caso, compositores e pesquisadores de música expressionista (ou atualidade do sujeito em elaboração composicional) na busca da interlocução social. Através do distanciamento crítico exigido pela própria aparição da obra, o compositor de música atonal (especialmente em Belo Horizonte) acaba por sofrer as mazelas impostas a tudo que seja estranho ao mercado da alienação estabelecido. Autoritarismos totalitaristas, violências físicas à integridade e dignidade do sujeito moral na cidade, naturalizam-se cotidianamente. O impedimento à execução de composições, à ações sociais que reivindiquem providências (quanto a negligência para com a informação por parte das instituições da cidade), abusos e torturas são exemplos extremos na atualidade de desconfirmação social. O ofício do compositor e pesquisador autônomo é desprezado como estratégia de manutenção da ordem alienante vigente e de sua circularidade gerada pelo lucro, impondo condições indignas para que o "Homem Injustiçado" busque o auto desenvolvimento sócio-educacional na américa latina do início do século XXI. Aproximando Schönberg (judo-austríaco; 1874-1951) como exemplo crucial na abordagem do movimento expressionista disposto às relações sociais, tendo atravessado as duas grandes guerras do ocidente no séc. XX, como protagonista da transformação, ruptura e revisão crítica empreendida ao sistema tonal e totalitarista semi-esclarecido.

“Mas como a Industria Cultural tem educado suas vitimas para evitar-lhes todo esforço no tempo livre que destinam ao consumo de bens espirituais que lhes fornece, elas se aferram com tenacidade ainda maior à aparência que apaga a essência.” (Adorno, T. Filosofia da Nova Música).

As práticas culturais que são transformadas pela interferência reflexiva e de sua exigência manifesta por um compositor de música "Atonal Livre", incidem diretamente na memória da escuta seletiva, por efeito na própria "História do Ser Comunicativo Ocidental".

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